Resenha de filme: A teoria de tudo


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Acho que eu nunca fiz resenha de filme aqui no blog, né? Confesso que esse não é meu forte, já que mal tenho tempo para assistir e vivo atrasada com relação aos lançamentos. Porém, aproveitando o clima de Oscar e minha meta de assistir mais longas neste ano, cá estou eu trazendo um novo assunto para o Julie de Batom. E eu não poderia começar com outro filme que não fosse A teoria de tudo!

Sinopse: Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos. (fonte)

Assisti A teoria de tudo na segunda-feira passada com meu namorado. De começo, eu poderia jurar que o filme seria dramático do começo ao fim, estilo aqueles baseados em livros do Nicholas Sparks, onde sabemos que alguém vai morrer e vamos chorar muito no final. Esperava cenas dramáticas, forçadas para fazer o telespectador se comover com a história do Stephen Hawking. Afinal, o cara tem uma doença foda e, para mim, o filme seria focado justamente nisso. 

Olha, ainda bem que eu errei!

O personagem Stephen tem um estilo nerd e a gente espera que ele tenha muito trabalho para conquistar Jane. Não li o livro e não sei se o filme foi fiel nesta parte, mas gostei de não ver enrolação no flerte entre os dois. A personagem é apresentada logo no começo do filme e o Stephen não fica de timidez para falar com a garota. Direto, assim como a introdução da Jane na história.

Os momentos pré-descoberta da doença não são tão longos. Como diz na sinopse, o Stephen descobre que tem ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica, aquela que o pessoal fez o banho de gelo no ano passado) aos 21 anos. Depois disso, o que vemos na tela é uma história de amor. Para mim, foi esse sentimento que levou todo o filme adiante.

A Jane se mostra uma mulher forte, apesar da aparência de sensível. Mesmo com a pouca expectativa de vida do namorado, ela fica por perto e até resolve se casar. A partir daí, nós somos apresentados à uma Jane diferente, guerreira e que faz de tudo pelo cara que ama - inclusive deixar suas coisas de lado para se dedicar em ajudá-lo. 

O filme mostra as etapas da doença e como ela vai piorando com o tempo. O que eu mais gostei em A teoria de tudo é que não há apelações. Em nenhum momento eu senti que a cena queria me fazer chorar. Não vou dizer que a história é leve porque mostra, sim, momentos mais difíceis. Porém, gostei da forma como foi retratada. Ela mostra o que aquelas pessoas estavam vivendo, sem forçar, sem querer tornar alguém coitado. Você percebe que o Stephen está se esforçando para lidar com a doença, mas não choraminga nem reclama da vida. Pelo contrário: continua na faculdade, se casa, tem filhos e vai crescendo em seus estudos, se tornando conhecido mundialmente.

Outro ponto forte é que os personagens são pessoas de verdade. Ok, sei que a história é baseada em fatos reais, mas odeio assistir um filme nesse estilo e sentir que todos são perfeitos, não erram e são mocinhos. Não vou entrar em detalhes para não contar spoilers, mas em A teoria de tudo nós vemos os personagens errando, se cansando da rotina, diferente da visão de "heróis" que muitas vezes é apresentada a nós.

Falando da parte mais técnica, gostei muito da fotografia. Esta é sempre a primeira coisa que reparo em um filme, afinal é uma das primeiras que é apresentada. Gostei também da caracterização dos personagens. O Stephen ficou mega parecido ao real! O pessoal da internet até fez uma montagem (confira) com as fotos do casamento. Achei que ficou bem parecido!

No geral, gostei muito do filme e ele entrou para a lista dos meus favoritos (entre eles está Boyhood, também indicado ao Oscar)! Para quem não conhece a história do Stephen, vale a pena assistir A teoria de tudo. Mesmo se você não é ligado no trabalho dele nem se interessa muito por física, fica a dica de uma história bem legal para acompanhar. Vale a pena assistir, eu juro! Ah, não vou classificar em estrelinhas como o pessoal faz por aí, pois não consigo resumir minha opinião em níveis, tá? haha.


A teoria de tudo está concorrendo nas categorias de melhor filme, melhor ator (Eddie Redmayne, interpretando o Stephen), melhor atriz (Felicity Jones, interpretando a Jane), melhor roteiro adaptado e melhor trilha sonora. Será que ele leva alguma estatueta? Vamos esperar ;)

E vocês? Já assistiram este filme? Comentem aí o que acharam! Ah, e não se esqueçam de me dizer se curtiram este tipo de post. Se sim, prometo trazer mais. Combinado? (e vou finalizar com este gif pelo simples motivo de amar cenas em carrossel, vlw flw)

O que você tem contra nossa selfie?


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Nós nascemos e crescemos com smartphones, aplicativos, computadores e informação a todo momento. Estamos rodeados, todos os dias, de vários tipos de notícias - e aqui incluo as fofocas do R7 e o seu amigo no Facebook falando mal da Dilma. Nossa geração conhece e domina bem as redes sociais. Sabe o que é Instagram, Snapchat, Secret, Tumblr, Facebook, Whatsapp e todos esses nomes que nossos pais ainda não sabem dizer. 

A tecnologia faz parte da nossa vida e veio com o principal objetivo de facilitar. Ela simplificou a comunicação, o envio de arquivos e, entre outros serviços, fotografia. Há cinco anos, por exemplo, ter uma câmera de 5MP era ostentação. Hoje a maioria dos smartphones ultrapassam esse número e até são melhores no quesito qualidade. Estou mentindo?

Tirar fotos deixou de ser um evento para se tornar rotina. Viu uma cena bonita na praia? Click. Um acidente aconteceu na estrada? Click. Teve um dia legal? Click. Está maquiada e quer uma foto nova para o perfil do Facebook? Click, click, click.

Alguns nos chamam de Geração Selfie e falam isso como se fosse algo ruim. Quer saber? Não é. Uma ação tão simples, que é tirar foto de si mesma, nunca foi tão mal vista e julgada. "A Maria só posta foto de rosto no Instagram, se acha a gata da sala". "O João deve ser gay, vive postando selfie no Facebook". Quem aí nunca recebeu, leu ou até mesmo disse isso por aí?

A verdade é que os outros não estão acostumados com algo que todos nós devíamos ter: amor próprio. É difícil ver aquela pessoa se amando. É difícil ver outro alguém curtindo seu novo corte de cabelo. É difícil ver a fulana postando foto sem maquiagem e ligando o foda-se para as regras. O que as pessoas chamam de algo ruim, eu chamo de algo bom.

Vou contar uma história para vocês: eu sempre fui tímida e tive problemas com aparência, assim como toda adolescente nesse período. Minha forma de passar por isso sem querer cortar os pulsos não foi me rebaixando nem chorando no quarto. Mas, sim, tirando fotos. Meu passatempo favorito era brincar com maquiagens que eu nem sabia a marca e depois tirar várias selfies - quando essa palavra ainda nem existia - com minha câmera tosca. Foi aí que eu percebi que a maioria dos defeitos que eu "tinha" só existia na minha cabeça.

Ninguém posta uma foto na internet se acha que está ruim. Quando publicamos nosso rostinho nas redes sociais, é porque naquele momento nós éramos o centro do mundo, a diva que todas querem copiar. Nós tínhamos acabado de conseguir fazer aquele esfumado lindo que aprendemos com a Camila Coelho e nosso delineado gatinho ficou idêntico ao da Amy Winehouse. Apostamos no bocão vermelho da Bruna Vieira e fizemos biquinho como a Paula Buzzo. Nós nos sentimos lindas naquele instante e resolvemos perpetuá-lo. E daí?

Vamos ser menos chatos com toda essa imposição de regra. A internet é livre e cada um pode fazer o que quiser. Ao invés se preocupar com aquela menina que adora fotos, tente abrir um portal e se informar sobre problemas piores no mundo. Não é querendo ser moralista, mas você já parou para pensar o quão importante  aquela selfie é para a pessoa? O quanto uma simples imagem pode ter feito, nem que por uns minutinhos, ela se amar mais? Que tal transformar o ódio pelo próximo em amor por você? Quem é bem resolvido consigo mesmo não precisa diminuir o outro para ficar bem. 

A verdade é que nós deveríamos amar mais o que somos. E se nosso amor próprio incomoda alguém, que se dane! Ninguém é obrigado a nos seguir e o unfollow existe para resolver o problema. Quem se importa com um seguidor a menos quando temos autoestima a mais? Eu não.

Um beijo especial para Larissa, Ana, Pam, Fernanda e Tati que enviaram suas selfies para o post! Pedi no grupo do Julie de Batom lá no Whatsapp e elas toparam participar. Quer se juntar a nós? Deixe seu número com DDD por inbox na fanpage :)

#FimdeMês: Janeiro


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E lá se foi o primeiro mês de 2015! Janeiro acabou e foi incrível. Aprendi muito, comemorei alegrias e tive momentos maravilhosos. Por isso, nada melhor que fazer um balanço desses 31 dias, né? A ideia é fazer isso todos os meses, assim conto um pouquinho da minha vida pra vocês. Sei que curtem esses posts mais pessoais e vou tentar escrever mais sobre mim. Prometo!

Janeiro começou com uma promessa a mim mesma: vou participar de um projeto fotográfico! A ideia era me permitir tirar mais fotos, pois estava me dedicando pouco a esse hobbie. Resolvi começar o Projeto 365, onde preciso postar uma foto por dia. Ah, e comecei o livro (ou seria diário?), 1 página de cada vez. Há umas propostas bem legais nele. Não consegui continuá-lo, ainda, mas juro que vou recuperar o tempo perdido, tá?

O mês que se passou também teve comemorações! Primeiro o Gui, meu namorado, fez aniversário no dia 09. Um dia depois, completamos um ano de namoro (<3) e saímos para comemorar. E por último, minha prima, Karine, teve sua festa de debutante. Foi tudo lindo!

E para completar: sim, sim, troquei de óculos! Estava louca por uma armação diferente e redondinha. Foi difícil encontrar uma que eu curtisse, até que me encantei por essa da Chilli Beans. O modelo é da coleção da Julia Petit, a ruiva mais linda dessa internet. 

Por conta do projeto, tirei mais fotos que o normal neste mês. Tanto que meu Instagram está sempre com novidades (siga-me por lá). Estou gostando muito do desafio e, a cada dia que passa, me surpreendo com o resultado. Não sou profissional, mas gosto de testar meu olhar. E praticar é a melhor maneira para melhorar, né?

A primeira foto eu tirei com a câmera frontal do celular, logo no primeiro dia do ano. Estava no terminal de ônibus, em Praia Grande, e com nada pra fazer, hahaha. A segunda foi aqui em casa, mesmo. Estou nessa vibe de fotos contra a luz, acho lindo! Esse céu todo colorido foi no shopping Brisamar, em São Vicente, em um dia que estava com o Gui na praça de alimentação. Por último, uma vela da festa da minha prima. Adorei essa!

Janeiro foi um ótimo mês para me dedicar à fotografia! O Gui comprou uma câmera nova e ficamos testando aqui em casa. Tirei essa foto da Branquinha, a cadela mais fofa de todas que me adotou como família, com a câmera dele. A segunda e terceira fotos foram tiradas nos bastidores da Encenação da Vila de São Vicente, evento anual que acontece aqui na minha cidade. É um espetáculo na praia, à céu aberto, que conta a história de São Vicente. Fui com o Gui para tirar umas fotos e até que curti o resultado. Foi a primeira vez que fotografei um evento, então foi bem legal. Por último, uma foto minha contra a luz que tirei para um teste.

Em Janeiro eu não estive tão presente no blog quanto gostaria, mas os poucos posts que publiquei foram bem legais de produzir. Primeiro falei da minha nova paixão: cropped top (link). Estou apaixonada por essas blusinhas mais curtas e, claro, não poderia deixar de falar sobre isso no blog, né?

Também aproveitei para dar dicas! Separei meus produtos de beleza favoritos até R$30 e foi bem divertido fotografá-los (link). Achei um novo fundo e curti bastante o resultado. Aproveitei que fico mais fora do que dentro de casa para indicar quais são meus apps favoritos para manter a vida de blogueira haha. O post ficou bem legal e os leitores curtiram bastante (link). Fiquei feliz demais com isso!

Por fim, o look do dia que quero fazer há anos! Expliquei minha história com esse vestido lá no post (link). As fotos ficaram simples, mas curti muito fazer. Espero que gostem, também!

Não é novidade alguma que eu estou viciada no novo álbum da Taylor Swift, o 1989. Pois é, já falei sobre ele no blog (link) e ainda não o superei. Estou apaixonada pelas músicas. Não tem como não amar, gente!

Foram poucos os vídeos que assisti neste mês, mas acho que nenhum me surpreenderia tanto quanto Sugar, do Maroon 5 (link). Fiquei apaixonada pela música e, claro, pelo roteiro. Adorei a ideia de invadir casamentos! 

Na internet, duas coisas me chamaram atenção: primeiro o blog Sernaiotto, que conheci há pouco tempo mas já considero pakas. E, claro, a novidade mais legal de todos os tempos: o Whatsapp para computador. Só tenho a agradecer quem inventou isso. Foi a melhor coisa!

Agora quero saber de vocês: como foi o Janeiro por aí? Contem pra mim nos comentários!