Lista JDB: 15 coisas para fazer em 2015


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Olhem só quem voltou! Sim, euzinha. Fiquei essas semanas foras por conta de trabalho, faculdade e, em partes, saúde. Eu estava usando o notebook na cama, sem apoio algum, e percebi que esse hábito estava piorando meu problema de coluna - pra quem não sabe, tenho escoliose. Resolvi tomar vergonha na cara e comprei uma escrivaninha (gente, vocês não sabem como é lindo dizer isso, sempre quis!). Então, prometi a mim mesma que iria usar esse tempo pra cuidar da minha coluna e não forçar a coitada. Pois bem, minha escrivaninha chegou esta semana e cá estou escrevendo meu primeiro post nela <3

O ano começou há mais de três meses, mas só hoje percebi que não fiz nenhuma listinha, né? Queria algo como "21 coisas pra fazer antes dos 21", mas como meu aniversário é daqui a três meses, resolvi abranger todo o ano e contar meus 15 planos para 2015. Não são grandes coisas, mas acho que vocês vão curtir ficar mais por dentro do que quero fazer nesses próximos meses. Quem sabe nós não temos coisas em comum?

1. Conseguir terminar meu TCC. É, galera, estou no último ano da faculdade e preciso pensar no meu Trabalho de Conclusão de Curso. Já tenho grupo e tema, mas falta colocar tudo em prática. Estamos caminhando bem e espero que a gente faça um bom trabalho no tempo que temos. Depois compartilho mais detalhes, tá? ;)

2. Viajar mais. Se tem algo que eu gosto é de conhecer - pessoas, séries, filmes. Lugares, principalmente. Tenho muita vontade de, algum dia, rodar o mundo. Porém, como isso envolve grana e tempo (coisas que não tenho agora), quero aproveitar 2015 pra visitar cidades próximas. No ano passado eu fiquei um fim de semana em São Paulo e adorei. Quero voltar lá logo! Fiquei encantada pelo lugar, ainda mais pelo Ibirapuera. Ai ai... <3

3. Organizar meu tempo. Sabem aquela frase "o relógio está de mal comigo"? Ela resume bem minha vida. Já fiz de tudo pra ser uma pessoa mais organizada com horário, mas não consigo. O problema é que 2015 vai ser mega corrido pra mim e não posso me dar ao luxo de perder tempo, né? Preciso muito me programar!

4. Aturar a rotina. Eu não consigo me acostumar com rotina, juro! Tudo que vira obrigação, coisa do dia-a-dia, me cansa. E isso se torna um mega problema pra mim, pois acabo ficando chata, fazendo meus deveres de qualquer jeito e coisas do tipo. Não quero mudar isso em mim - o fato de gostar das mudanças -, mas quero treinar esse lado de aguentar a mesmice do dia-a-dia. Espero conseguir!

5. Investir no que me faz feliz. Por conta (da falta) de tempo, as coisas que curto fazer acabam ficando de lado - fotografar, escrever, postar... Quero me dedicar mais ao que gosto!

6. Assistir mais séries e filmes. Comecei a assistir algumas séries no ano passado, mas acabei deixando-as pelo caminho. Entre elas: House of Cards, Finding Carter, New Girl... E, claro, filmes também!

7. Ler mais. Ano passado foi uma vergonha no quesito leitura! haha. Estou há meses pra terminar um livro. Acabei comprando uns cinco e nem comecei. Preciso recuperar o tempo perdido!

8. Juntar grana. Um dos meus objetivos para 2015 é juntar dinheiro. De início, para investir em uma câmera melhor. Porém, também quero juntar $$ pra, futuramente, viajar. Ai ai <3

9. Deixar o cabelo crescer. Não me arrependo nem um pouquinho de ter cortado o cabelo e até quero meter a tesoura de novo! haha. Porém, gostaria de deixar os fios crescerem pra pegar peso e doar na próxima ver que cortar. Não consegui fazer isso antes :(

10. Investir no blog. Um dos planos pra 2015 é dar um up no Julie de Batom. Entre eles, gravar mais vídeos pro canal. Já estou pensando em algumas ideias e não vejo a hora de colocá-las em prática. Me aguardem!

11. Valorizar o que - e quem - vale a pena. Às vezes ficamos tão presos a algumas coisas e pessoas que nem percebemos o quanto elas nos fazem mal. Ou, pelo menos, não fazem tão bem quanto deveriam. Eu não sou de desvalorizar as pessoas que fazem algo por mim, mas acontece que, em alguns momentos, acabo dando muito valor a quem não merece. Acho que vocês me entendem, né?

12. Conhecer amigos. Por conta da minha vida online, acabo tendo mais contato com amigos virtuais. Quero que, neste ano, eu consiga conhecer a galera que falo pelo Whatsapp ou Facebook. E, claro: passar um tempinho especial com eles (isso vale pras leitoras, viu? <3).

13. Fazer cursos. Atualmente, o único curso que estou fazendo é de Inglês. Termino este ano e não quero parar por aí. Sei que isso é um plano mais para 2016, mas também quero focar em outras áreas (fotografia, por exemplo) neste ano.

14. Criar meu portifólio. O portifólio tem uma importância imensa para a vida profissional e só entendi isso há pouco tempo. Quero muito criar um pra mim e, principalmente, gerar conteúdo. O blog acaba servindo como um "cartão de visita", mas quero focar em outras coisas que faço, como fotografia, layouts, textos jornalísticos, etc.

15. Terminar de arrumar meu quarto. Isso é algo que sempre estará nas minhas listas! haha. Estou arrumando meu quarto aos poucos e a cada dia que passa eu consigo deixá-lo mais próximo do meu jeitinho. Que em 2015 eu consiga investir mais no meu espaço favorito <3

Agora quero saber de vocês: quais são seus 15 planos para este ano? Temos algo em comum? Comentem aí!

Resenha de filme: A teoria de tudo


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Acho que eu nunca fiz resenha de filme aqui no blog, né? Confesso que esse não é meu forte, já que mal tenho tempo para assistir e vivo atrasada com relação aos lançamentos. Porém, aproveitando o clima de Oscar e minha meta de assistir mais longas neste ano, cá estou eu trazendo um novo assunto para o Julie de Batom. E eu não poderia começar com outro filme que não fosse A teoria de tudo!

Sinopse: Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos. (fonte)

Assisti A teoria de tudo na segunda-feira passada com meu namorado. De começo, eu poderia jurar que o filme seria dramático do começo ao fim, estilo aqueles baseados em livros do Nicholas Sparks, onde sabemos que alguém vai morrer e vamos chorar muito no final. Esperava cenas dramáticas, forçadas para fazer o telespectador se comover com a história do Stephen Hawking. Afinal, o cara tem uma doença foda e, para mim, o filme seria focado justamente nisso. 

Olha, ainda bem que eu errei!

O personagem Stephen tem um estilo nerd e a gente espera que ele tenha muito trabalho para conquistar Jane. Não li o livro e não sei se o filme foi fiel nesta parte, mas gostei de não ver enrolação no flerte entre os dois. A personagem é apresentada logo no começo do filme e o Stephen não fica de timidez para falar com a garota. Direto, assim como a introdução da Jane na história.

Os momentos pré-descoberta da doença não são tão longos. Como diz na sinopse, o Stephen descobre que tem ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica, aquela que o pessoal fez o banho de gelo no ano passado) aos 21 anos. Depois disso, o que vemos na tela é uma história de amor. Para mim, foi esse sentimento que levou todo o filme adiante.

A Jane se mostra uma mulher forte, apesar da aparência de sensível. Mesmo com a pouca expectativa de vida do namorado, ela fica por perto e até resolve se casar. A partir daí, nós somos apresentados à uma Jane diferente, guerreira e que faz de tudo pelo cara que ama - inclusive deixar suas coisas de lado para se dedicar em ajudá-lo. 

O filme mostra as etapas da doença e como ela vai piorando com o tempo. O que eu mais gostei em A teoria de tudo é que não há apelações. Em nenhum momento eu senti que a cena queria me fazer chorar. Não vou dizer que a história é leve porque mostra, sim, momentos mais difíceis. Porém, gostei da forma como foi retratada. Ela mostra o que aquelas pessoas estavam vivendo, sem forçar, sem querer tornar alguém coitado. Você percebe que o Stephen está se esforçando para lidar com a doença, mas não choraminga nem reclama da vida. Pelo contrário: continua na faculdade, se casa, tem filhos e vai crescendo em seus estudos, se tornando conhecido mundialmente.

Outro ponto forte é que os personagens são pessoas de verdade. Ok, sei que a história é baseada em fatos reais, mas odeio assistir um filme nesse estilo e sentir que todos são perfeitos, não erram e são mocinhos. Não vou entrar em detalhes para não contar spoilers, mas em A teoria de tudo nós vemos os personagens errando, se cansando da rotina, diferente da visão de "heróis" que muitas vezes é apresentada a nós.

Falando da parte mais técnica, gostei muito da fotografia. Esta é sempre a primeira coisa que reparo em um filme, afinal é uma das primeiras que é apresentada. Gostei também da caracterização dos personagens. O Stephen ficou mega parecido ao real! O pessoal da internet até fez uma montagem (confira) com as fotos do casamento. Achei que ficou bem parecido!

No geral, gostei muito do filme e ele entrou para a lista dos meus favoritos (entre eles está Boyhood, também indicado ao Oscar)! Para quem não conhece a história do Stephen, vale a pena assistir A teoria de tudo. Mesmo se você não é ligado no trabalho dele nem se interessa muito por física, fica a dica de uma história bem legal para acompanhar. Vale a pena assistir, eu juro! Ah, não vou classificar em estrelinhas como o pessoal faz por aí, pois não consigo resumir minha opinião em níveis, tá? haha.


A teoria de tudo está concorrendo nas categorias de melhor filme, melhor ator (Eddie Redmayne, interpretando o Stephen), melhor atriz (Felicity Jones, interpretando a Jane), melhor roteiro adaptado e melhor trilha sonora. Será que ele leva alguma estatueta? Vamos esperar ;)

E vocês? Já assistiram este filme? Comentem aí o que acharam! Ah, e não se esqueçam de me dizer se curtiram este tipo de post. Se sim, prometo trazer mais. Combinado? (e vou finalizar com este gif pelo simples motivo de amar cenas em carrossel, vlw flw)

O que você tem contra nossa selfie?


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Nós nascemos e crescemos com smartphones, aplicativos, computadores e informação a todo momento. Estamos rodeados, todos os dias, de vários tipos de notícias - e aqui incluo as fofocas do R7 e o seu amigo no Facebook falando mal da Dilma. Nossa geração conhece e domina bem as redes sociais. Sabe o que é Instagram, Snapchat, Secret, Tumblr, Facebook, Whatsapp e todos esses nomes que nossos pais ainda não sabem dizer. 

A tecnologia faz parte da nossa vida e veio com o principal objetivo de facilitar. Ela simplificou a comunicação, o envio de arquivos e, entre outros serviços, fotografia. Há cinco anos, por exemplo, ter uma câmera de 5MP era ostentação. Hoje a maioria dos smartphones ultrapassam esse número e até são melhores no quesito qualidade. Estou mentindo?

Tirar fotos deixou de ser um evento para se tornar rotina. Viu uma cena bonita na praia? Click. Um acidente aconteceu na estrada? Click. Teve um dia legal? Click. Está maquiada e quer uma foto nova para o perfil do Facebook? Click, click, click.

Alguns nos chamam de Geração Selfie e falam isso como se fosse algo ruim. Quer saber? Não é. Uma ação tão simples, que é tirar foto de si mesma, nunca foi tão mal vista e julgada. "A Maria só posta foto de rosto no Instagram, se acha a gata da sala". "O João deve ser gay, vive postando selfie no Facebook". Quem aí nunca recebeu, leu ou até mesmo disse isso por aí?

A verdade é que os outros não estão acostumados com algo que todos nós devíamos ter: amor próprio. É difícil ver aquela pessoa se amando. É difícil ver outro alguém curtindo seu novo corte de cabelo. É difícil ver a fulana postando foto sem maquiagem e ligando o foda-se para as regras. O que as pessoas chamam de algo ruim, eu chamo de algo bom.

Vou contar uma história para vocês: eu sempre fui tímida e tive problemas com aparência, assim como toda adolescente nesse período. Minha forma de passar por isso sem querer cortar os pulsos não foi me rebaixando nem chorando no quarto. Mas, sim, tirando fotos. Meu passatempo favorito era brincar com maquiagens que eu nem sabia a marca e depois tirar várias selfies - quando essa palavra ainda nem existia - com minha câmera tosca. Foi aí que eu percebi que a maioria dos defeitos que eu "tinha" só existia na minha cabeça.

Ninguém posta uma foto na internet se acha que está ruim. Quando publicamos nosso rostinho nas redes sociais, é porque naquele momento nós éramos o centro do mundo, a diva que todas querem copiar. Nós tínhamos acabado de conseguir fazer aquele esfumado lindo que aprendemos com a Camila Coelho e nosso delineado gatinho ficou idêntico ao da Amy Winehouse. Apostamos no bocão vermelho da Bruna Vieira e fizemos biquinho como a Paula Buzzo. Nós nos sentimos lindas naquele instante e resolvemos perpetuá-lo. E daí?

Vamos ser menos chatos com toda essa imposição de regra. A internet é livre e cada um pode fazer o que quiser. Ao invés se preocupar com aquela menina que adora fotos, tente abrir um portal e se informar sobre problemas piores no mundo. Não é querendo ser moralista, mas você já parou para pensar o quão importante  aquela selfie é para a pessoa? O quanto uma simples imagem pode ter feito, nem que por uns minutinhos, ela se amar mais? Que tal transformar o ódio pelo próximo em amor por você? Quem é bem resolvido consigo mesmo não precisa diminuir o outro para ficar bem. 

A verdade é que nós deveríamos amar mais o que somos. E se nosso amor próprio incomoda alguém, que se dane! Ninguém é obrigado a nos seguir e o unfollow existe para resolver o problema. Quem se importa com um seguidor a menos quando temos autoestima a mais? Eu não.

Um beijo especial para Larissa, Ana, Pam, Fernanda e Tati que enviaram suas selfies para o post! Pedi no grupo do Julie de Batom lá no Whatsapp e elas toparam participar. Quer se juntar a nós? Deixe seu número com DDD por inbox na fanpage :)