Resenha: lentes para celular (macro, fish eye e wide)


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Há uns meses, enquanto vagava pelo Ebay, encontrei as famosas lentes para celular por um preço super bacana (em torno de quinze reais). Como sempre tive vontade de testá-las, acabei comprando o kit, que era formado por três: macro, wide e olho de peixe (fish eye). A entrega só aconteceu um mês e meio depois, mas valeu super a pena. Afinal o preço em sites aqui do Brasil está em torno de setenta reais!

Sei que muitas leitoras são apaixonadas por fotografia e também estão curiosas para conhecer as lentes. Por isso, cá estou eu para contar o que achei e como foi minha experiência com elas. Antes de tudo, vale dizer que o modelo é universal e cai bem em qualquer celular (eu uso o Galaxy S3 Mini). Fica a dica para quem quer dar um up nas fotos do Instagram, hein?

No kit também vem uma sacolinha e um clip onde você encaixa as lentes. Depois é só prender no celular e ajeitá-la em frente a câmera. Ah, boa notícia para quem curte selfie: dá para usar na câmera frontal também!

A lente wide serve para aumentar o campo da foto, digamos assim. Ela é ótima para usar quando você está muito perto de algo mas precisa pegar mais do que a câmera possibilita. Fica a dica para quem curte tirar selfies com a galera! O único chato é que de vez em quando ficam umas bordinhas pretas do clip, pois é bem difícil conseguir posicioná-la direito.

A fish eye é bem parecida com a wide porque ela também amplia um pouco o campo de "visão" da câmera. Porém, deixa a imagem puxada para frente, como um olho de peixe mesmo. É bem legal para tirar fotos diferentes e divertidas. O resultado fica muito legal!

Por último, mas não menos importante, minha lente favorita: a macro! Eu adoro deixar o fundo embaçado e ela ajuda muito nisso. Quem curte fotografar detalhes, vai amar! Porém, vale ressaltar que não dá para fazer retratos nem nada onde o foco esteja longe, tá? Para conseguir o desfoque você precisa chegar a lente bem perto do objeto. No caso desta foto da flor, a lente estava quase tocando nela.

E eu não poderia falar da macro sem ilustrar com esta foto que meu namorado tirou do meu olho... <3

Eu tentei encontrar o link que comprei mas ele não existe mais. Porém consegui o perfil do vendedor lá no Ebay (confira). Vale dar uma pesquisada e tentar encontrar as lentes. Ah, e quem não sabe como comprar pelo site, aqui no blog tem um tutorial (vem aprender!).

Agora quero saber de vocês: já conheciam as lentes? O que acham delas? Comentem aí!

Tag: as 5 melhores capas da sua estante


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Um dos meus passatempos favoritos é ler! Adoro me aventurar em novas histórias, conhecer novos personagens e locais. Não tenho muitos livros e não sei quantos eu li até hoje, mas uma coisa eu digo: a cada um que termino, me apaixono ainda mais por literatura!

Esses dias, a Laura me marcou em uma tag onde eu deveria mostrar para vocês as cinco capas favoritas da minha cômoda estante. Eu adorei a ideia, topei o desafio e trouxe para vocês aquelas que mais gosto! Só amor <3 

Anna e o Beijo Francês - Stephenie Perkins: apesar de ser uma capa "simples", eu a adoro! Talvez seja porque me apaixonei pela Anna e acabo vendo na imagem um pouquinho da história dela. E, né, como não amar uma foto que tem a Torre Eiffell de fundo?

Invisível ao Toque - Nat Bespaloff: essa capa é demais! Adoro a combinação das cores e o céu todo galaxy. Além disso, a cena retratada na imagem, para mim, é a mais importante da história pois é o momento em que as coisas começam a se desenrolar. E eu adoro quando a capa retrata um momento encontrado no livro.

Fora de mim - Martha Medeiros: eu sou apaixonada por fotos nesse estilo, com a metade do rosto e o restante bem escuro. Acho que ter algo assim na capa torna o livro ainda mais pessoal, como é o caso deste. Além disso, fica mais simples e chama ainda mais atenção, pelo menos para mim.

Olho da rua - Eliane Brum: a capa desse livro me chamou atenção por ser uma parede pichada. Poderia ser um muro de São Paulo, do Rio de Janeiro... Qualquer lugar. Como as histórias retratadas no livro são de pessoas "gente como a gente", achei tudo a ver. Eliane Brum acerta até nas capas #amomesmo.

De volta aos quinze - Bruna Vieira: a ilustradora fez um trabalho maravilhoso nesse livro. Como não amar uma ruivinha na imagem, né? haha. A paleta de cores usada também é um amorzinho. E o legal é que a imagem continua atrás e eu adoro quando fazem isso nos livros!

Agora tenho que indicar cinco blogs para responder esta tag. São eles: Refúgio das Palavras, Datilografando um sonho, Garotas de Janeiro,  Keep Camy e Jaqueline Lima. Espero os posts de vocês, meninas!

E vocês? Quais capas de livros são suas favoritas? Comentem aí!

Só mais um texto escrito em dias ruins


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A vida é um pé no saco quando nada dá certo. Os textos da faculdade saem uma bosta, o trabalho não dá mais tesão e as lágrimas se tornam tão rebeldes que decidem abandonar o lar. Eu poderia até resumir todo esse momento em três letras se meu período não estivesse tão longe de acontecer. É foda, eu sei. 

Nunca disseram que a vida seguiria no modo easy, mas me senti abandonada por não receber o manual. Jogaram o controle na minha mão e não se preocuparam em me passar as funções de cada botão. Entrei sem querer em um jogo mais complicado que aquelas equações chatas de Matemática do Ensino Médio. E não sei nem por onde começar a resolvê-lo.

O jeito é fazer o de sempre: apertar todos os botões juntos e torcer para ativar algum poder especial. Sabe, nem precisa ser muito longo. Aceito, de bom grado, só algo que distraia as coisas ruins por alguns segundinhos. Pelo menos o suficiente para recompor minhas forças e seguir na próxima fase.

Talvez seja só drama ou um momento ruim. Um jeitinho da vida ensinar que tudo tem seu lado bom. Disseram que o importante é não desanimar e continuar tentando. Treinar sozinho as partes do jogo enquanto não se sente preparado para enfrentar o chefão. Passar a madrugada inteira procurando sair daquela fase e sentir que, mais que dedos doloridos, você adquiriu forças e macetes. Entre erros e acertos, descobrir que o amarelo e o azul podem te ajudar a passar por aquele obstáculo. Ou que uma combinação diferente de botões é ainda melhor que um só.

Só não seja egoísta e não queira fazer tudo sozinho. Tenha controles extras e permita que outras pessoas te ajudem. O mérito não precisa só seu, você pode dividi-lo com quem você ama. Uma coisa eu aprendi nesses últimos tempos e levo como lição: em grupo fica bem mais fácil, gostoso e divertido. Vai por mim.

O que vale é lembrar que sempre haverá um amanhã. O jogo continuará ali, só te esperando tentar de novo. As fases são inúmeras e você só vai conhecer a última no tempo certo. Enquanto isso, paciência e controle na mão. A vida te espera para tentar um pouquinho mais. Sem desânimo, tá? Quando chegar lá, vai ver o quanto valeu a pena. Sempre vale, afinal.